Na foto, Brisa (Marques) despedaça o livro “despedaçável” (de páginas de arroz).

Encontrei esta performer através de acasos e de convites. Falarei sobre os convites.

Brisa, há uns sete anos, convidou-me para uma performance que faria no Centro Cultural da UFMG: topei, consideramos algumas ideias e trocamos reflexões, ensaiamos com o restante dos convidados e aconteceu. Depois, em 2012, fui convidado novamente para outra performance, dessa vez o assunto era o fim do mundo; novo processo, novas pessoas e pronto: aconteceu.

Portanto, o convite, dessa vez de minha parte, é consequência destes outros dois convites e das conversas que entremearam nosso encontros, ocasionais ou não, acasos ou não. Chegamos, neste terceiro trabalho juntos, a um resultado que nomeei dentre as linhas de transição do espetáculo microarquiteturas, que estreamos em junho de 2018.